Basta passar algumas horas em cruzamentos movimentados de Maringá cidade para registrar uma quantidade imensa de infrações cometidas por motoristas e motociclistas. No primeiro dia da Semana Nacional de Trânsito na cidade, mesmo com todos os alertas, orientações e multas já aplicadas, os motoristas parecem não se intimidar. Nem a presença de agentes de trânsito inibe a ação dos mais ousados. A reportagem de O Diário passou, na tarde de segunda-feira (20), três horas nos cruzamentos das avenidas São Paulo e Colombo, Herval com Brasil e Morangueira com Alexandre Rasgulaeff. Durante uma hora em cada um dos pontos, as principais infrações flagradas foram viseiras dos capacetes erguidas, falta de cinto de segurança, tanto de motoristas quanto dos caronas, motoristas falando ao celular, crianças fora das cadeirinhas e soltas nos bancos traseiros ou dianteiros, além do avanço de sinal. No cruzamento da Avenida Brasil com a São Paulo, no Centro da cidade, os motoristas utilizam o celular, mesmo na presença do agente de trânsito. No local, apenas um motorista avançou o sinal vermelho. Uma motociclista com uma carona tentou fazer uma conversão proibida mas foi alertada pelo agente a seguir na pista certa. O mesmo não aconteceu com o motorista de um veículo que, no mesmo cruzamento, seguiu na contramão ignorando a placa de sinalização. Ainda no Centro, duas crianças de colo soltas no banco traseiro. Uma estava em pé, segurando o banco do motorista. A mãe afirmou que a criança se soltou sozinha e que não consegue manter o filho preso ao acessório. Ao lado do bebê, uma criança um pouco mais velha também estava sem cinto. Em outro veículo, uma menina de poucos meses estava sentada na cadeirinha, mas sem o cinto de segurança. A mãe, que dirigia o veículo e usava o cinto, disse que tinha saído de um hospital e pararia o carro logo à frente. Ao lado do bebê, um menino, também não usava o cinto de segurança. No cruzamento das avenidas São Paulo e Colombo, as principais infrações foram falta do uso da viseira nos capacetes de motociclistas. A infração é considerada gravíssima e equivale ao não uso do acessório. Em seguida vêm os motoristas flagrados sem o cinto de segurança e falando ao celular. Nesse local, o fluxo de caminhões é intenso. Em uma hora, 20 caminhoneiros foram flagrados sem o cinto de segurança. A mesma situação foi verificada na Avenida Morangueira com Alexandre Rasgulaeff. Das 17 horas às 18 horas, 26 caminhoneiros passaram pelo cruzamento sem usar o cinto de segurança. No local também foi verificado o uso do celular e o avanço de sinal. Dois caminhões em alta velocidade passaram por dois semáforos que ficam próximos da rotatória. Para aproveitar a velocidade, os motoristas invadiram o sinal vermelho. Na frente de um deles, um motociclista precisou avançar o sinal para não ser atropelado.
terça-feira, 21 de setembro de 2010
Enxurrada de infrações
Basta passar algumas horas em cruzamentos movimentados de Maringá cidade para registrar uma quantidade imensa de infrações cometidas por motoristas e motociclistas. No primeiro dia da Semana Nacional de Trânsito na cidade, mesmo com todos os alertas, orientações e multas já aplicadas, os motoristas parecem não se intimidar. Nem a presença de agentes de trânsito inibe a ação dos mais ousados. A reportagem de O Diário passou, na tarde de segunda-feira (20), três horas nos cruzamentos das avenidas São Paulo e Colombo, Herval com Brasil e Morangueira com Alexandre Rasgulaeff. Durante uma hora em cada um dos pontos, as principais infrações flagradas foram viseiras dos capacetes erguidas, falta de cinto de segurança, tanto de motoristas quanto dos caronas, motoristas falando ao celular, crianças fora das cadeirinhas e soltas nos bancos traseiros ou dianteiros, além do avanço de sinal. No cruzamento da Avenida Brasil com a São Paulo, no Centro da cidade, os motoristas utilizam o celular, mesmo na presença do agente de trânsito. No local, apenas um motorista avançou o sinal vermelho. Uma motociclista com uma carona tentou fazer uma conversão proibida mas foi alertada pelo agente a seguir na pista certa. O mesmo não aconteceu com o motorista de um veículo que, no mesmo cruzamento, seguiu na contramão ignorando a placa de sinalização. Ainda no Centro, duas crianças de colo soltas no banco traseiro. Uma estava em pé, segurando o banco do motorista. A mãe afirmou que a criança se soltou sozinha e que não consegue manter o filho preso ao acessório. Ao lado do bebê, uma criança um pouco mais velha também estava sem cinto. Em outro veículo, uma menina de poucos meses estava sentada na cadeirinha, mas sem o cinto de segurança. A mãe, que dirigia o veículo e usava o cinto, disse que tinha saído de um hospital e pararia o carro logo à frente. Ao lado do bebê, um menino, também não usava o cinto de segurança. No cruzamento das avenidas São Paulo e Colombo, as principais infrações foram falta do uso da viseira nos capacetes de motociclistas. A infração é considerada gravíssima e equivale ao não uso do acessório. Em seguida vêm os motoristas flagrados sem o cinto de segurança e falando ao celular. Nesse local, o fluxo de caminhões é intenso. Em uma hora, 20 caminhoneiros foram flagrados sem o cinto de segurança. A mesma situação foi verificada na Avenida Morangueira com Alexandre Rasgulaeff. Das 17 horas às 18 horas, 26 caminhoneiros passaram pelo cruzamento sem usar o cinto de segurança. No local também foi verificado o uso do celular e o avanço de sinal. Dois caminhões em alta velocidade passaram por dois semáforos que ficam próximos da rotatória. Para aproveitar a velocidade, os motoristas invadiram o sinal vermelho. Na frente de um deles, um motociclista precisou avançar o sinal para não ser atropelado.
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