De André Gonçalves e Carlos Eduardo Vicelli na Gazeta do Povo
Ricardo Barros (PP) conhece os meandros do Congresso Nacional. E se orgulha disso. Tanto que não encara o fato de ter sido líder dos governos FHC e Lula como uma incoerência ideológica. Pelo contrário. Diz que a credibilidade é resultado da habilidade com que transita entre seus pares – o que lhe garante uma fatia considerável do orçamento de emendas. É nesse poder de convencimento, na transferência de votos do correligionário Beto Richa (PSDB) e em projetos polêmicos que Barros aposta para chegar ao Senado após uma temporada de 16 anos na Câmara dos Deputados.
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